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segunda-feira, 25 de maio de 2015

PRONAF - O QUE É?

O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) financia projetos  individuais ou coletivos, que gerem renda aos agricultores familiares e assentados da  reforma agrária. O programa possui as mais baixas taxas de juros dos financiamentos  rurais, além das menores taxas de inadimplência entre os sistemas de crédito do País.

http://www.mda.gov.br

quarta-feira, 20 de maio de 2015

PRONAF "MAIS ALIMENTOS" - LINHA DE INVESTIMENTO




O PRONAF MAIS ALIMENTOS DESTINA RECURSOS PARA INVESTIMENTOS EM 

INFRAESTRUTURA DA PROPRIEDADE RURAL E, ASSIM, CRIA AS CONDIÇÕES 

NECESSÁRIAS PARA O AUMENTO DA PRODUÇÃO E DA PRODUTIVIDADE DA 

AGRICULTURA FAMILIAR.

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COMO FUNCIONA O PROGRAMA MAIS ALIMENTOS?

O AGRICULTOR FAMILIAR DEVE TER A DECLARAÇÃO DE APTIDÃO AO PRONAF (DAP) E SEGUIR OS SEGUINTES PASSOS:

• AVALIAR O PROJETO QUE PRETENDE DESENVOLVER, 
• PROCURAR A EMPRESA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL DO MUNICÍPIO PARA ELABORAR O PROJETO TÉCNICO DE FINANCIAMENTO, 
• ENCAMINHAR O PROJETO PARA ANÁLISE DE CRÉDITO E APROVAÇÃO DO AGENTE FINANCEIRO, 
• COM O PROJETO TÉCNICO, NEGOCIAR O FINANCIAMENTO JUNTO AO AGENTE FINANCEIRO, 
• APROVADO O PROJETO TÉCNICO, O AGRICULTOR ESTÁ APTO A ACESSAR O RECURSO.




sexta-feira, 15 de maio de 2015

AUCCO REALIZA MUTIRÃO PARA RECUPERAÇÃO DE CERCAS DO PARQUE DE EXPOSIÇÕES




Mutirão da AUCCO, Sábado 09 de Maio Para Reconstrução da Cerca Frontal do Parque de Exposições Coronel Jerônimo Rodrigues Ribeiro

Cooperbode se reúne com Secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia em Encontro do CESOL





Nesta Quinta Feira 14 de Maio, a COOPERBODE Participou de Evento no CESOL - Centro Público de Economia Solidária da Bahia em Juazeiro para o fortalecimento da Agropecuária familiar. Participaram do encontro: Alvaro Gomes - Secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (SETRE); Zoroastro - Zó Deputado Estadual Pelo PCdoB Representante do Território do São Francisco; O Vereador Licenciado Agnaldo Meira - PCdoB; O Vereador Ticiano - PT; O Corpo Técnico Administrativo do CESOL; Empreendedores da Economia Solidárias de Vários Municípios do Território do São Francisco. A Cooperativa Agropecuária Familiar dos Criadores de Caprinos e Ovinos de Uauá e Região - Cooperbode, Apresentou seus produtos: queijo Coalho e Iogurte de Umbu, deliciado Pelos Participantes Que Não Economizaram Elogios, Representando a Cooperbode Participou do Evento o Seu Diretor Administrativo Basílio Gomes Gonçalves. Grandes Oportunidades se Apresentam Nesse Novo Tempo!

A direção

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Aprovado projeto que dispensa símbolo da transgenia em rótulos de produtos

A discussão sobre o tema foi intensa entre deputados favoráveis e contrários à medida. Texto seguirá para o Senado.


Gustavo Lima/Câmara dos Deputados
Discussão do Projeto de Lei 4148/08, que acaba com a exigência do símbolo da transgenia nos rótulos dos produtos com organismos geneticamente modificados (OGM), como óleo de soja, fubá e outros produtos derivados. Dep. Luiz Carlos Heinze (PP-RS)
Luis Carlos Heinze: projeto não omite a informação sobre a existência de produtos transgênicos.
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (28) o Projeto de Lei 4148/08, do deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), que acaba com a exigência do símbolo da transgenia nos rótulos dos produtos com organismos geneticamente modificados (OGM), como óleo de soja, fubá e outros produtos derivados.

A matéria, aprovada com 320 votos a 135, na forma de uma emenda do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), deve ser votada ainda pelo Senado.
O texto disciplina as informações que devem constar nas embalagens para informar sobre a presença de ingredientes transgênicos nos alimentos. Na prática, o projeto revoga o Decreto 4.680/03, que já regulamenta o assunto.

Heinze afirmou que a mudança do projeto não omite a informação sobre a existência de produtos transgênicos. “Acho que o Brasil pode adotar a legislação como outros países do mundo. O transgênico é um produto seguro”, afirmou. Segundo ele, não existe informação sobre transgênicos nas regras de rotulagem estabelecidas no Mercosul, na Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e na Organização das Nações Unidas (ONU).
De acordo com o texto aprovado, nos rótulos de embalagens para consumo final de alimentos e ingredientes alimentares destinados ao consumo humano ou animal deverá ser informada ao consumidor a presença de elementos transgênicos em índice superior a 1% de sua composição final, se detectada em análise específica.


A redação do projeto deixa de lado a necessidade, imposta pelo decreto, de o consumidor ser informado sobre a espécie doadora do gene no local reservado para a identificação dos ingredientes.
A informação escrita sobre a presença de transgênicos deverá atender ao tamanho mínimo da letra definido no Regulamento Técnico de Rotulagem Geral de Alimentos Embalados, que é de 1 mm.

Sem transgênicos

Além do fim do símbolo que identifica os produtos com transgênicos, no caso dos alimentos que não contenham OGM, o projeto mantém regra do atual decreto que permite o uso da rotulagem “livre de transgênicos”.


Destaque do PT aprovado pelos deputados retirou do texto a condição de que esses produtos sem transgenia somente poderiam usar essa rotulagem se não houvesse similares transgênicos no mercado brasileiro.

O texto continua a exigir, entretanto, a comprovação de total ausência de transgênicos por meio de análise específica, o que pode dificultar o exercício desse direito pelos agricultores familiares, que teriam de pagar a análise para poder usar a expressão.

Polêmica em Plenário

A discussão sobre o tema foi intensa e não houve consenso entre os parlamentares, em especial entre os principais partidos da base aliada do governo, PT e PMDB.


Para o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), o projeto de lei cassa, na prática, o direito de o consumidor saber se há ou não transgênicos. “É correto sonegar ao consumidor essa informação? Está certo tirar o direito de saber se tem ou não transgênicos?”, questionou.

Já o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) defendeu a medida e lembrou que a Lei de Biossegurança (11.105/05), que regulamentou o uso de transgênicos, completou dez anos neste mês. “Disseram que os transgênicos poderiam causar câncer. Agora renovam a linguagem.”
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Sessão extraordinária para discussão e votação de diversos projetos. Dep. Sarney Filho (PV-MA)
Sarney Filho: o projeto é um retrocesso na legislação atual.
O líder do PV, deputado Sarney Filho (MA), disse que o projeto é um retrocesso na legislação atual. "O texto mexe naquilo que está dando certo. O agronegócio está dando um tiro no pé. Por que retroagir?”, questionou. Segundo ele, o texto não acrescenta nada sobre a transgenia, só retira informações.
Já o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG) lembrou que 90% da soja e do milho comercializados no Brasil têm organismos transgênicos em sua composição e, dessa forma, toda a cadeia produtiva desses produtos, como carne e leite. “O projeto é excelente, garantimos o direito do consumidor ser informado”, disse.

Opiniões divergentes

O deputado Ivan Valente (Psol-SP) afirmou que, enquanto outros países proíbem completamente o uso de alimentos transgênicos, no Brasil se busca “desobrigar a rotulagem dos transgênicos e excluir o símbolo de identificação”. Ivan Valente ressaltou que não existe consenso se os transgênicos fazem ou não mal à saúde.

Para o deputado Bohn Gass (PT-RS), era necessário manter o símbolo da transgenia nos produtos. "Qualquer mudança vai prejudicar o consumidor.”

O deputado Moroni Torgan (DEM-CE), no entanto, criticou a rotulagem diferente para a transgenia. “Por que a diferença entre corante, conservante, agrotóxico e transgênico na embalagem? Se é para colocar letra grande para transgênicos, por que estão usando dois pesos e duas medidas?”, questionou.

Na opinião do deputado Padre João (PT-MG), a proposta só beneficia as grandes multinacionais do setor agropecuário que vendem sementes transgênicas. “Não podemos ficar a serviço das grandes empresas, devemos ter respeito ao consumidor”, disse.

O deputado Delegado Edson Moreira (PTN-MG) respondeu ao deputado Padre João que a hóstia, usada no rito católico, também é feita com trigo transgênico.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

AGROECO - SERVIÇOS AMBIENTAIS E PROJETOS AGROPECUÁRIOS

                                             agroconsulte@hotmail.com

CADASTRO AMBIENTAL RURAL - CAR;
CEFIR - CADASTRO ESTADUAL FLORESTAL DE IMÓVEIS RURAIS;
PRONAF;
PRONAMP;
CRÉDITO RURAL.


UAUÁ  /  SENHOR DO BONFIM - BA  /  REGIÃO

sexta-feira, 10 de abril de 2015

ARMARINHO ARTE & CIA

         

PRAÇA SÃO JOÃO BATISTA. Vizinho ao Laboratório de 

Exames CELAB e Casa do Sr. "JÚLIO GATO".



UAUÁ  -  BAHIA  -  BRASIL

segunda-feira, 6 de abril de 2015

VENDE-SE LEITE DE CABRA PASTEURIZADO




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